Transplantes 1261
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Fui diagnosticado com doença renal crônica. E agora?

Receber o diagnóstico de doença renal crônica pode ser uma experiência difícil para o paciente, seus familiares e amigos. Todavia, com um pouco de informação, é possível controlar a situação e a ansiedade e perceber que, com tratamento adequado, o doente renal pode levar uma vida relativamente normal. 

Ao ser diagnosticado (a), é hora de conversar com o nefrologista. Não hesite em perguntar tudo o que achar necessário saber para que você fique mais tranquilo (a) com a situação. O médico deve pedir alguns exames para avaliar o tamanho de seus rins, o estágio da doença e o comprometimento dos órgãos.

                                                                                                                                                                                    

O médico poderá recomendar um tratamento específico para controlar outros problemas de saúde que podem prejudicar os rins, como diabetes, pressão alta e anemia. 

Se você tem diabetes, terá de monitorar o nível de açúcar no sangue, seguir uma dieta especifica e, possivelmente, tomar remédios.  

Se você tem hipertensão arterial, seu médico poderá recomendar a perda de peso, controle do sal na alimentação e medicamentos.  

Se você tiver anemia, o nefrologista poderá indicar o uso de hormônios e suplementos com ferro. 

Uma vez controlado seu caso de insuficiência ou deficiência renal, você deverá fazer exames periódicos para que o médico possa acompanhar seu caso e detectar qualquer avanço na doença. Para isso, serão solicitados exames de urina e de creatinina com certa frequência. 

Em caso de estágio avançado da doença, você poderá ser encaminhado (a) para fazer diálise (clique aqui para saber mais sobre esse tratamento) ou, ainda, transplante. 

Ao ser diagnosticado (a), na Renal Vida você encontra toda a assistência médica, psicológica e nutricional necessária para que a sua qualidade de vida não seja comprometida. No entanto, para oferecer tratamento aos pacientes da região, a Renal Vida depende de ações voluntárias e doações. Se você quiser contribuir com a associação, clique aqui.

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