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Como funciona uma máquina de hemodiálise

Nove, em cada 10 pacientes com insuficiência renal, precisam realizar hemodiálise três vezes por semana para sobreviver. Mas, afinal, como funciona uma máquina de hemodiálise

Antes de começar as sessões, é feita uma cirurgia no braço do paciente para conectar uma artéria a uma veia (fístula). É por ali que será inserida a bomba para a hemodiálise em si. 

 

 

Depois de um período que varia de um a três meses de maturação, as sessões podem ser iniciadas. 

O procedimento acontece quando a bomba, que é acoplada ao braço do paciente, começa a "puxar" o sangue para fora do corpo. Esse sangue passa, então, pela agulha e segue rumo à purificação. 

Antes disso, no entanto, é aplicada uma dose de heparina, substância que deixa o sangue mais fluído, evita sua coagulação e, por consequência, o bloqueio da bomba. 

O sangue chega, assim, ao filtro, que corresponde a um cano artificial repleto de poros que filtram as toxinas e sais minerais, posteriormente expelidos pela máquina. 

Depois de sair do filtro livre de impurezas, o sangue passa por um sistema de segurança que detecta e extrai partículas de oxigênio presentes no sangue. Se essas partículas entrarem na circulação sanguínea, o paciente pode sofrer uma embolia pulmonar, que pode gerar desde desconforto para respirar até uma parada respiratória. 

Em cada sessão de hemodiálise, que dura cerca de quatro horas, o sangue percorre o filtro da máquina de hemodiálise 17 vezes. 

Na Renal Vida, os equipamentos são de última geração, a fim de deixar o tratamento ainda mais confortável para o paciente. Entretanto, com o grande número de insuficientes renais na região, ainda precisamos adquirir novas máquinas. Para colaborar, clique aqui e faça sua doação online. A Renal Vida agradece.