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Dia Mundial do Rim: previna-se contra a insuficiência renal

Quando foi a última vez que você testou sua creatinina e fez um exame de sangue ou urina? E sua glicose e pressão arterial, como estão? Se você não sabe a resposta para essas perguntas, está na hora de procurar um médico e fazer um exame preventivo para saber mais sobre a saúde dos seus rins. 

Hoje, 13 de março, é comemorado o Dia Mundial do Rim e informações divulgadas pela Sociedade Brasileira de Nefrologia revelam que o brasileiro ainda deixa muito a desejar em relação ao cuidados com esses órgãos. 

Segundo a organização, cerca de 10% da população adulta brasileira tem algum grau de perda de função renal. Esse percentual pode aumentar para 30% a 50% em pessoas acima de 65 anos, deixando evidente que o risco para o seu aparecimento aumenta substancialmente com o envelhecimento. Por isso, o tema da campanha deste ano é "1 em 10. O rim envelhece, assim como você". 

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença renal crônica são: a hipertensão arterial, o diabetes melitus, a obesidade, o tabagismo e a presença de história familiar de doença renal. Segundo o governo brasileiro, considerando a população maior de 18 anos, mais de 20% tem hipertensão arterial, cerca de 8% tem diabetes, 18% é tabagista e cerca de 50% tem excesso de peso.  

Os desfechos mais alarmantes da insuficiência renal são a mortalidade por doença cardiovascular e a necessidade de Terapia Renal Substitutiva (TRS), como diálise peritoneal, hemodiálise e transplante de rim. 

Para se ter uma ideia de como a prevenção e o diagnóstico precoce são importantes, cerca de 15% dos pacientes em diálise morrem ao ano, principalmente por conta do diagnóstico tardio. Um dado chocante, e que contribui de forma significativa para essa mortalidade é que cerca de 70% dos pacientes que iniciam diálise desconheciam ser portadores da doença.  

Se você apresentar um dos fatores de risco mencionados acima, procure a Renal Vida para fazer um exame de urina e verificar a dosagem de creatinina no sangue. A prevenção ainda é o melhor remédio!