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Gravidez x insuficiência renal

Apesar de a mulher com insuficiência renal ter uma redução na fertilidade devido às disfunções hormonais, a gravidez é possível. Ao decidir engravidar, no entanto, é preciso que a paciente entenda os riscos e faça um planejamento adequado em parceria com seu ginecologista, nutricionista e nefrologista. 

Um dos maiores problemas para a mulher qé que a gravidez pode agravar a deficiência renal e a pressão arterial, elevando, assim, o risco de pre-eclâmpsia oueclâmpsia, doenças que põem em risco a vida da mãe e do bebê.   

Coisa de Garota: Fotos criativas de grávidas

Outro fator importante é que a prematuridade nos casos de mulheres que perderam a função dos rins é de 80%. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental durante toda a gestação. 

Para garantir a saúde do feto, alguns medicamentos que a paciente toma, especialmente aqueles para controlar a pressão arterial deverão ser substituídos. 

Além disso, para que as investidas sobre uma gravidez de 38 semanas (sem prematuridade) sejam bem-sucedidas, a mulher poderá ser submetida a sessões diárias de hemodiálise, em vez das três habituais. Podendo, ainda, ser recomendada a hospitalização da futura mamãe. 

A dieta da gestante também deverá ser acompanhada mais de perto e deverá incluir uma redução ainda maior no consumo de sal. 

Nas grávidas submetidas a um transplante renal, o momento ideal para a gestação é após o primeiro ou segundo ano da cirurgia, quando a fertilidade da mulher volta ao normal. 

Vale ressaltar que a gestação em pacientes com deficiência renal é possível e pode ocorrer sem maiores problemas, desde que a futura mamãe faça um planejamento adequado e siga as recomendações médicas.